Escrito originalmente em francês. Traduzido por IA — o sentido foi preservado, não a prosa.
Ideia principal
O modelo pago estrito recomendado a um jornal regional valia porque três condições estavam reunidas: leitores locais e fiéis, uma informação local quase impossível de encontrar em outro lugar, uma publicidade digital marginal nas receitas. Um canal de notícias está na situação oposta: informação abundante em outros lugares, receitas digitais que dependem do volume de audiência. A mesma recomendação afastaria os visitantes e, com eles, a maior parte das receitas.
Certa num caso, errada no outro — e nada no relatório permite enxergar isso, já que ele só guardou a conclusão. O risco de um entregável, então, não é só recomeçar do zero: é copiar uma boa resposta no lugar errado.
Por que isso importa
Uma recomendação que deu certo é a mais perigosa de reaproveitar, porque o sucesso dela faz as vezes de prova. Sem as condições, a única pergunta que dá para fazer é "é a mesma pergunta?", e a resposta é quase sempre sim.
Nuances e limites
Algumas recomendações valem em quase todos os contextos; o perigo está nas que só são certas em função da situação do cliente, que costumam ser as mais estruturantes.
Questões em aberto
- Como identificar, num relatório já entregue, as recomendações que só eram certas sob condições que não estão escritas nele?