Escrito originalmente em francês. Traduzido por IA — o sentido foi preservado, não a prosa.
Ideia principal
Enquanto um material só precisa produzir uma única saída, não conservar nada não custa nada. Você trabalha, redige, envia, acabou — e o dispositivo parece suficiente porque nunca foi posto à prova.
A prova chega quando o mesmo fundo precisa servir de novo: uma spec, depois user stories, depois um pitch, depois uma nota para o comercial, depois uma resposta a um edital. Cada novo formato dá a impressão de recomeçar, e é só nesse momento que se paga a ausência de uma camada conservada.
O custo não é, portanto, adiado no sentido de crescer devagar: ele é nulo, e depois aparece de uma vez.
Por que isso importa
Isso explica por que a decisão de investir numa capitalização é quase sempre tomada tarde demais. No momento em que ela seria rentável — durante o primeiro trabalho —, nenhum dado a justifica; no momento em que ela se justifica, o material do primeiro trabalho já desapareceu.
Isso dá também um sinal observável: a primeira vez que você abre um documento antigo para extrair dele um novo, o dispositivo falhou.
Nuances e limites
Alguns trabalhos realmente têm uma única saída, e capitalizar ali seria desperdício. A dificuldade é que raramente sabemos de antemão em qual caso estamos.
E uma capitalização feita durante o primeiro trabalho também custa. A arbitragem incide sobre uma probabilidade de reuso, não sobre uma certeza.
Questões em aberto
- Que indício, durante o primeiro trabalho, anuncia que haverá um segundo?