Um produto não entra num país pela língua, mas pelos usos
Você acha que um mercado se abre traduzindo o seu produto? O Brasil prova o contrário. A partir da cena mais banal — pagar no caixa — você vai entender por que crédito no dia a dia, número fiscal, Pix e economia informal formam uma infraestrutura cultural que nenhuma tradução reproduz. O suficiente para evitar um erro estratégico caro lá fora.