Escrito originalmente em francês. Traduzido por IA — o sentido foi preservado, não a prosa.
Ideia principal
Para recuperar por que uma recomendação tinha valido num jornal regional, daria para reabrir o dossiê dele: números de audiência, receitas, entrevistas. Seria uma falta grave. Esses dados pertencem ao cliente e foram confiados para uma missão específica; usá-los para outro cliente, possivelmente um concorrente, seria trair a confiança sobre a qual se apoia o ofício da consultoria.
A consultoria fica presa entre duas opções ruins: copiar conclusões sem os seus motivos, correndo o risco de aplicá-las onde elas viram erradas, ou recomeçar do zero a cada missão, correndo o risco de nunca aprender com as próprias experiências. Nos dois casos, ela produz relatórios; não fica mais inteligente.
Por que isso importa
A confidencialidade fecha o único caminho que parecia reparar a perda do raciocínio: voltar às fontes. Ela obriga a procurar fora do dossiê do cliente aquilo que uma consultoria pode guardar legitimamente.
Nuances e limites
Nem todos os dados são confidenciais no mesmo grau; números públicos ou tendências de mercado podem circular. O dilema diz respeito ao que o cliente confiou.
Questões em aberto
- Onde fica a fronteira entre o que um consultor aprendeu durante uma missão e o que o cliente confiou a ele?