Escrito originalmente em francês. Traduzido por IA — o sentido foi preservado, não a prosa.
Ideia principal
Quando uma decisão se revela ruim, o diagnóstico espontâneo é a falta: teria sido preciso mais dados, mais entrevistas, mais medições.
O defeito costuma estar em outro lugar. A informação estava disponível, mas não foi confrontada consigo mesma: um feedback importante de cliente contradizia outro, uma restrição técnica mudava o alcance do problema, uma oportunidade comercial puxava para um lado e a realidade do produto para o outro, uma hipótese sedutora se apoiava em evidências fracas.
O que faltava não era material, era a prova — o tempo de colocar os sinais uns diante dos outros antes de tirar deles uma decisão.
Por que isso importa
O diagnóstico muda o remédio. Se o problema é o volume, você coleta mais — e piora a situação, já que acrescenta sinais não confrontados a sinais não confrontados.
Isso também dá um critério para saber quando uma decisão está pronta: não quando você tem tudo, mas quando as contradições entre o que você tem foram vistas e resolvidas.
Nuances e limites
Existem faltas reais de informação, e confundi-las com falta de prova leva você a decidir no vazio achando que confrontou.
E a prova tem um fim: além dele, confrontar vira uma forma de adiar.
Questões em aberto
- Como reconhecer, antes da decisão, que estamos diante de uma falta real e não de uma prova insuficiente?