Ideia

Um erro encontrado na documentação de outro time é proposto ao dono, em vez de ser corrigido

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Escrito originalmente em francês. Traduzido por IA — o sentido foi preservado, não a prosa.

Ideia principal

Lendo a documentação de outro time — um procedimento de encerramento de intervenção, uma política de backup —, você encontra um erro. Sabe o que corrigir; levaria trinta segundos. É melhor propor a correção do que fazê-la.

Quem encontra o erro não decide o lugar definitivo do conhecimento. É o time responsável por ele que julga se a correção descreve de fato o seu perímetro, ou só o caso particular de quem a propõe. O que o leitor vê como erro pode ser uma regra correta fora do caso dele.

Por que isso importa

Isso impede que um resultado local vire, em silêncio, uma verdade geral. Uma correção direta tem toda a aparência de um favor; mesmo assim, ela pode reescrever uma regra a partir de um único ponto de vista, sem que o dono saiba.

Isso também mantém o time dono informado do que os outros veem na documentação dele — um sinal que uma correção silenciosa apaga.

Nuances e limites

A regra supõe que propor custe pouco e que a proposta seja tratada. Se ela fica sem resposta, a tentação de corrigir por conta própria, ou de copiar uma versão corrigida para dentro de casa, volta — e a regra produz o efeito que queria evitar.

Para um erro de digitação sem impacto no conteúdo, o custo da proposta é maior do que o risco.

Questões em aberto

  • Que prazo de tratamento um time dono precisa cumprir para que a proposta continue preferível à correção direta?