Ideia

Separar o estado, o histórico e a retomada evita que uma ata que só conta obrigue a reler tudo para saber em que ponto estamos

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Escrito originalmente em francês. Traduzido por IA — o sentido foi preservado, não a prosa.

Ideia principal

A ata de uma reunião do conselho do condomínio conta a reunião. Isso tem valor, mas, para recuperar em que ponto a obra está e o que fazer em seguida, ainda é preciso reler tudo e decidir sozinho o que importa hoje.

Três funções se misturam nas ferramentas de sempre, e ganham com a separação. O estado diz em que ponto estamos. O histórico diz o que aconteceu. A retomada diz o que fazer em seguida. A ata só cumpre a segunda; a caixa de e-mail também; a lista de tarefas cumpre metade da terceira.

Por que isso importa

Cada função é lida num momento diferente e a partir de uma pergunta diferente: a gente consulta o histórico para entender ou provar, o estado para se situar, a retomada para agir. Misturá-las obriga a ler todo o histórico para extrair dele o estado, toda vez.

Nuances e limites

Separar cria um risco de divergência: um estado que não é atualizado depois de um evento registrado no histórico diz algo falso, e nada sinaliza isso.

Questões em aberto

  • Quem atualiza o estado quando o histórico ganha um evento que ninguém achou importante?